sábado, 28 de fevereiro de 2009
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Escola de Feng Shui
COLUNA DO FRANCO GUIZZETTI
Dez dicas para renovar a energia de sua casa
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O que é energia? Há muitas definições: movimento, equilíbrio, paz, força, expansão, nascimento, natureza e bem-estar. Também possui muitos nomes: ki, axé, prana, chi, energia vital, sopro divino ou a vida. Seja o que for, a energia existe no universo todo, circula pelo planeta Terra e pelos ambientes de nossa casa e trabalho. Logo, moramos e trabalhamos em ambientes "cheios de energia", com a qual interagimos constantemente.
O feng shui mostra que a energia de um ambiente pode - por diversas razão - estar desequilibrada. Um estudo minucioso de um imóvel é o caminho mais correto para detectar os problemas e sugerir soluções.
Mas antes que os conflitos surjam, aprenda 10 medidas práticas que você pode aplicar imediatamente em sua casa ou empresa. O objetivo é renovar a energia e deixá-la "mais positiva". Leia e aplique já:
-Sol e vento: use as fontes de energia que existem em abundância na natureza: luz e ar. Abra as janelas e portas. Deixe o vento entrar e circular, e os raios de sol aquecer e energizar os ambientes. O sol é bactericida e o ar puro, renova a energia sutilmente. Mesmo onde o sol não chega, a claridade já ajuda a energizar.
-Natureza e verde: se você gosta de ir ao campo ou parque para se energizar no verde, leve essa prática para dentro de sua casa. Não economize. Encha os ambientes de plantas, flores e árvores naturais. Além de embelezar, renovam constantemente a energia.
-Ilumine: além de abrir as janelas e varandas para o sol, ilumine os cômodos com luz artificial. Podemos usar lâmpadas florescentes ou incandescentes em luminárias, lustres de cristal, abajur e spot.
-Brilho energiza: brilho lembra luz, que, por sua vez, é energia. Pendure no batente da janela e varanda de sua casa enfeites com espelhos e cristais que brilham quando refletem os raios de sol. Outra solução é pendurar uma esfera facetada.
-Arco-íris: todos ficam encantados com a beleza das cores do arco-íris num dia de chuva com sol. E esse arco-íris pode estar nos ambientes de seu lar. Basta pendurar em uma janela ou varanda um prisma d'água. Este instrumento do feng shui tem estrutura de metal e vidro. Coloque água dentro do prisma e o pendure. Quando o sol bater nele, irá refletir para dentro do ambiente o "efeito arco-íris".
-Água purifica: da mesma forma que água limpa a sujeira física da nossa casa e do nosso corpo, em movimento, ela renova a energia de um ambiente. Uma dica é ter uma fonte de água (existem as opções elétricas) dentro de sua casa ou escritório.
-Filhos da Terra - pedras e cristais: um cristal tanto energiza, como absorver a energia negativa. Cada cristal tem propriedades particulares e múltiplas funções. Ex: o quartzo rosa ativa o amor e acalma. Pesquise mais sobre estes filhos da Terra.
-Mandalas: elas encantam pelas cores, formas e misticismo. As mandalas energizam qualquer ambiente em que ficarem expostas. Procure colocá-las próximas a janelas ou varandas que batem sol. Prefira as peças que tenham espelhos e cristais pendurados, para energizar ainda mais o ambiente.
-Sino dos ventos: Quer falar com Deus? Toque o sino. Conhecido como sino dos ventos ou mensageiros dos ventos, este instrumento deve ser pendurado em locais em que há corrente de ar. Assim, ele tocará e emitirá boas energias, além de "espantar" as más energias. Há muitos tipos de sinos: de pedra, bambu, madeira e metal. Eu particularmente gosto o sino de metal é mais "potente".
-Dançarina dos ventos e móbiles: Você gosta de dançar? Saiba que esse hábito mexe também com a energia do seu corpo. Você pode transportar essa idéia para os ambientes em que vive. Para isso, pendure nestes locais uma dançarina dos ventos ou móbiles. Estes instrumentos se movimentam por meio vento que circula no ambiente e renovam a energia.
Fale Conosco: Ficou com alguma dúvida sobre Feng Shui? Quer entrar em contato para saber sobre o Curso Purificação de Ambientes e Prosperidade? Quer saber sobre consultoria de Feng Shui para residência ou empresa? Ou ainda sobre a Palestra Motivacional? Escreva para o meu email: franco.guizzetti@terra.com.br
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
A história de Ganesha.
Conheça os simbolismos e a história de Ganesha
De acordo com uma de suas lendas, Ganesha foi criado a partir de uma pasta de sândalo e açafrão que a deusa Parvati (sua mãe e esposa de Shiva) tirou do próprio corpo. Ele foi designado para guardar as portas do santuário materno e só aceitava as ordens de Parvati. Certo dia, o deus hindu Shiva decidiu entrar, mas o menino não permitiu sua entrada.
Em um acesso de fúria e sem nenhuma piedade, Shiva usou seu poderoso tridente e separou a cabeça do menino do corpo. Arrependido e vendo Parvati muito triste, Shiva concedeu uma bênção à Ganesha: um elefante real foi decapitado e a cabeça do animal foi colocada no pescoço do filho que voltou a vida.
Assim, Ganesha se tornou uma criança especial com uma cabeça de elefante, designado a partir de então como "O Senhor que remove todos os obstáculos".
Ganesha simboliza a sabedoria, inteligência, amor, fertilidade e prosperidade. É o primeiro a ser invocado nas cerimônias para garantir o sucesso em qualquer empreendimento. Ele destrói todos os obstáculos materiais e espirituais.
Em algumas imagens, ele aparece com quatro braços e às vezes montado sobre um rato.
Na tradição tântrica, a tromba de Ganesha lembra o linga (órgão sexual masculino) e a boca, a yoni (órgão sexual feminino). A força graciosa do deus elefante representa o vasto poder da energia sexual. Ele também é chamado de OmKara, ou "aquele que tem a forma do Om".
Os indianos dedicam à Ganesha o dia 9 de setembro para homenageá-lo (é feriado na Índia e as festividades duram uma semana).
O simbolismo de Ganesha
Cabeça: sabedoria, inteligência, ponderação; a importância dos pensamentos grandiosos. Na sua testa, o tridente de Shiva simboliza força em relação ao tempo-espaço.
Orelhas: concedem o poder para ouvir a verdade espiritual (e também o menor ruído, o que funciona como proteção.
Olhos: concentração.
Presa: indica sua vida dupla: metade humana, metade animal. Isso ajuda a superar qualquer dificuldade.
Boca: fale pouco e com sabedoria.
Barriga: proeminente, expressa os bons e maus momentos que todos passam na vida, mas, de modo geral, representa a prosperidade.
Mão esquerda: segura uma corda - faz com que atraia seus objetivos.
Mão direita: palma visível (simboliza a proteção suprema) ou pode segurar uma machadinha (símbolo da destruição dos desejos).
Pernas: esteja no mundo, mas não se deixe corromper por ele.
Tromba: símbolo da eficiência e adaptabilidade (e da fertilidade).
Rato: astúcia e a força de vontade (para controlar os desejos).
Para evocar Ganesha
Cores: amarelo, laranja, vermelho
Dia da semana: quarta-feira
Oferendas: arroz, frutas, goiabada, mel, queijo (moedas e flores)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Convide para sua casa os deuses da felicidade do Japão.
Junto com eles, chegam boas vibrações.
Shichifukujin é o nome, em japonês, deste seleto e eclético grupo. Acreditase que sua origem esteja no xintoísmo, a mais antiga religião japonesa, mas eles incorporam características de divindades budistas da China e da Índia. “Estes deuses sintetizam os desejos fundamentais do ser humano: ser feliz e ter fortuna e vida longa”, diz Akiko Kurihara, coordenadora pedagógica da Aliança Cultural Brasil-Japão.
Por seus atributos, como fartura, sabedoria e longevidade, no Oriente é bastante corriqueiro manter as imagens em casa para atrair tais benesses. “Na véspera do ano-novo, os japoneses dormem com uma gravura do shichifukujin embaixo do travesseiro”, conta Akiko. No Brasil, eles podem ser encontrados nas lojas de artigos orientais, vendidos juntos ou separadamente. Em casa, pode-se criar um altar exclusivo para eles ou acomodá-los em um aparador, por exemplo. E não é obrigatório mantê-los unidos. Mas, convenhamos, invocar a felicidade sete vezes nunca é demais...
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Acione os chackras do amor e encontre sua alma gêmea

O coração há muito tempo tem sido identificado como o centro de nossas emoções, e várias são as razões apresentadas por estudiosos e poetas para que seja assim.
Não é à toa que, se quisermos mostrar que gostamos de alguém, basta fingir que arrancamos nosso coração do peito e, com um gesto, o jogamos para a pessoa amada.
Esse órgão é o mais importante do corpo humano: morremos, quando ele deixa de pulsar. Sob forte carga emocional, o coração começa a bater mais depressa. Depois de um susto, ele reage como se tivesse parado.
Li certa vez que a expressão "coração partido" deveria ser levada ao pé da letra, pois uma emoção extremamente forte pode acelerar tanto os batimentos que o músculo cardíaco, submetido a extremo esforço, pode realmente partir-se.
No Antigo Testamento, a palavra coração aparece cerca de 1024 vezes, como sede de sentimentos. No cristianismo, o coração é o lugar onde o Deus-Cristo imprime seus mandamentos, ou seja, seu caráter e toda sua estrutura. É muito comum vermos uma representação de Jesus Cristo mostrando seu coração com um fogo na parte superior. Esse fogo é justamente a Chama Trina, expandida e ardente em seu coração.

O coração tem sido sempre o representante mais comum e, ao mesmo tempo, mais poético da emoção humana positiva.
A palavra coração vem do grego kardia, da qual deriva a raiz indo-européia krd ou kered. Cor, em latim, remete a "cordial" e "coragem". A coragem em movimento é uma frase que explica bem o que significa usar o coração.
De acordo com o estudo esoterista, quando estamos no momento certo para encontrar nossa alma gêmea é despertado no chackra cardíaco uma enorme vontade de ajudar as pessoas, ao mesmo tempo em que é despertada a sensibilidade para com o sofrimento alheio.
Os chackras são definidos pelos textos esotéricos como centros psíquicos. O nome chackra vem do sânscrito e significa "roda".
Existem sete pontos energéticos no homem, que não podem ser vistos a olho nu, vibrando cada qual em uma freqüência específica. Para o encontro das almas gêmeas são acionados esses três chackras. O cardíaco (que é o quarto chackra), situado no tórax, simboliza o amor. Toda energia utilizada no tórax provém deste chackra. O frontal (sexto chackra) está situado na região dos intercílios, ou seja, entre os olhos. É também chamado de terceira visão. Já o coronário (ou sétimo chackra), localizado no alto da cabeça, na região comumente chamada de moleira, é o que representa a sabedoria, o conhecimento e o astral.
Para que esses chackras sejam acionados, é muito importante que você não se reprima no momento de demonstrar suas emoções.
A melhor forma de energizar seu triângulo superior (instinto, cardíaco e coronário) é através das emoções, da solidariedade ao próximo, dos bons pensamentos, das boas palavras que podem ser demonstradas em frases simples como "boa sorte", "fique com Deus" e "seja feliz".

Exercício de expansão para o chackra cardíaco
Inspire e expire três vezes. Depois, feche os olhos. Imagine que está sendo abraçado (a) e muito amado (a).
Esfregue as palmas das mãos (como se estivesse com muito frio) até que sinta um leve formigamento (ou seja, toda sua energia está concentrada nas mãos).
Abra suas mãos lentamente e coloque-as cruzadas sobre o peito (a mão esquerda sobre o lado direito e a mão direita sobre o lado esquerdo).
Você estará assim, abençoando a energia que está no chackra cardíaco. Mentalize três pedidos, sempre utilizando a expressão "obrigado (a) por............................. (faça o pedido. Escolha algo que você verdadeiramente deseja). Depois, fale a palavra Momentum, que tem o poder de sustentar seus pedidos no Plano Etéreo (universo dos anjos) e realizá-los.

Termine dizendo: "eu sou paz, eu sou luz, eu sou amor! Bendito é o meu desejo, porque ele é realizado, amém".

domingo, 27 de julho de 2008
UMBÚ, ÁRVORE-SÍMBOLO DA HOSPITALIDADE
"Quem se introduz nos bosques de umbuzeiros, recorda subitamente incidendes de sua infância".
O viajante desprevenido pensará que é cedro, um dos legendários cedros do Líbano, com os quais o rei Salomão construiu o Templo de Jerusalém. Pois deles tem a forma na voluta da fronde e na coluna do tronco vertical.. Possui a impetuosidade e a doçura refletida no arredondado de sua copa submissa e disciplinada, nascida da benção do Criador.
A LENDA (segundo Barbosa Lessa) ...
Na infância dos tempos, as árvores eram todas iguais. Mas, um dia Deus estava muito contente, porque os diabos e os homens maus haviam sido derrotados e resolveu então comemorar, satisfazendo a vontade das árvores.
Perguntou para coronilha como ela gostaria de se tornar e ela respondeu que queria ser tão dura a ponto de resistir à golpes de machado.Perguntou ao molho, ele disse que queria saber assobiar. Perguntou para figueira do campo, ela falou que queria ser muito forte, muito alta, muito bonita.
E assim..Deus ia satisfazendo o pedido de todas as árvores.
Quando chegou a vez do umbú, este disse que queria ter o corpo muito fraco, uma madeira à-toa, mas queria ser grande, para poder fazer sombra e abrigar os homens.
Deus satisfez a vontade dele, mas curioso, perguntou porque desejava se tornar uma madeira tão fraca e mole, enquanto que todas as outras árvores queriam ser fortes e duras. Então o umbú explicou-lhe que não queria que sua madeira pudesse servir, algum dia, para cruz e sacrifício de um santo. E desde daí, o umbú é assim...
Phytolaca dioica é conhecida como umbú (ombú na Argentina) nativa do Rio Grande do Sul e nos pampas da Argentina. Alguns botânicos a classificam como uma erva gigante já que não possui lenha, mas um tronco mole e fibroso, porém resistente. As folhas cozidas, em aplicações externas, servem para combater sarna e feridas que não cicatrizam, no entanto não devem ser ingeridas já que causam diarréias violentas. É uma árvore quase não habitada por pássaros. Durante a noite, de suas folhas se desprendem emabações nocivas à saúde.
"Umbu" é indicado para a realização de metas, propósitos pessoais, que demandam perseverança e trabalho. Esta essência ajuda a proporcionar força e disposição para a realização dos pequenos e necessários passos, visando maiores metas.
ASSOMBREANDO A HISTÓRIA...
Sabe-se que na época do descobrimento os indígenas plantavam, junto ao sepulcro de seus maiores, um umbú. Pode ser por isso que lhe foram atribuídos aspectos tristes como aos ciprestes ou salgueiros.
Era crença india, que uma árvore solitária no caminho, como acontece ordinariamente ao umbú, era habitada por espíritos e para conjurá-los era preciso atar-lhe pedrinhas cobertas com pedaços de roupas.
Há umbús históricos, em cujas sombras já foram discutidas assuntos de relevante importância. À sombra de seus galhos já abrigou indômitos guerreiros. Primeiro os que defendiam a pátria contra os estrangeiros, depois o gaúcho monarquista em defesa de seu Monarca Imperial e por último, os filhos deste na defesa de idéias que lhes conduziram a um destino melhor. Todos foram morrendo, mas o umbú continuou lá. À sua sombra brincamos quando crianças e nos abrigamos do calor do sol na velhice...E ele ainda permanece lá, alegre e forte! Quanto maior a seca, mais verde ele fica. Quanto mais fria a geada, mais ele floresce.
O umbú personifica o vulgo ignaro, que no seu modo de pensar tem muito do homem primitivo, as forças da natureza e todos os objetos que as manifestam.
A esta árvore também foi associada efeitos maléficos e chegou-se a acreditar, certa época, que por influência do umbú acontecia a ruína dos lares e das famílias. Muitos acreditavam que era chegado o momento da ruína da casa quando lhe tocavam as raízes do umbú nos alicerces. Não é tão fácil desrraigar um umbuzeiro. Por mais que arranquem as raízes e restos, não se consegue a sua exterminação e a casa acaba sendo abandonada. Assim, era muito natural que junto de uma tapera se encontrasse um umbuzeiro, o que gerou um velho provérbio: "Casa com umbú, acaba em tapera".
O Umbú é uma árvore típica que enfeita a paisagem sul-riograndense, oferecendo sombra amiga e hospitaleira, nos campos e nas coxilhas, onde o gaúcho dorme a sesta e a gurizada brinca, buliçosa, com os cuscos das fazendas. Junto do umbú encontram guarida o carreteiro, o gaúcho andejo, o tropeiro e os mascates de longas caminhadas. Bálsamo e conforto contra as invernais, refúgio contra o sol causticante dos verões, o umbú é a árvore-símbolo da hospitalidade do povo gaúcho. Seja manchado de verde à luz do dia, seja quando a noite vem chegando sobre o pampa e ele se recorta em silhueta graciosa contra o horizonte, parece nos chamar ao repouso, em um mudo aceno:
"CHEGUE-SE, AMIGO!"
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Entenda o poder dos Anjos
Para a angelologia, segmento filosófico que estuda os anjos, Deus é energia, ou seja, não existe a extinção de energia, mas sim a transformação. Por isso, quando Deus não pode nos ajudar, o anjo tem o poder para fazê-lo.
A vontade dos anjos confere poder (II Ped. 2.11) maior do que os seres humanos. Mesmo assim, estão sujeitos a Deus. Santo Agostinho em seus tratados relatava: "Deus comanda os anjos, os anjos têm poder para ajudar os seres humanos. E numa continuidade, estes ajudam as pessoas e também os animais".
No Salmo 102 (103), versículo 20, é reconhecido o poder dos anjos.
É importante ressaltar que todo poder provém de Deus, ou seja, o poder angelical é limitado. Acredita-se que o anjo pode influenciar algumas ações humanas, da mesma maneira que um ser humano pode fazê-lo com outro.
Segundo os estudiosos Tácito da Gama Leite Filho e Ursula Regina da Gama, os anjos usam seu poder para o bem, utilizando suas energias benéficas para o serviço da misericórdia.
Não faltam exemplos bíblicos para comprovar o poder dos seres angélicos. Em um deles, Paulo afirmou que "o poder dos anjos está a serviço de Jesus Cristo na sua vinda" (II Tess. 1:7). "Um anjo conseguiu remover a pedra em frente ao sepulcro de Jesus" (Mat. 28:2).
Quando fazemos um pedido ao nosso anjo, a vontade e o poder angélico em nos ajudar é algo extraordinário, se o pedido estiver dentro do nosso merecimento e se estivermos com o pleno conhecimento do bem e da verdade.
Os brasileiros acreditam no poder dos anjos. Recentemente, uma grande empresa de consultoria buscou conhecer o comportamento dos executivos em relação a um futuro emprego. Descobriu-se que em cada grupo de mil, 10% dos entrevistados recorreram a uma consulta esotérica; metade deles era do sexo masculino. Nesta pesquisa, realizada em março de 2008, descobriu-se que a grande maioria acreditava no poder do anjo da guarda.
Entre os quarenta mil entrevistados do País, 18% revelaram que buscavam ajuda e apoio nas orações feitas ao anjo da guarda quando precisam tomar uma decisão profissional.
Se você quer obter a ajuda dos seres angélicos, acredite no poder deles. Faça uma oração diária durante sete dias consecutos. Você receberá a graça entre o oitavo e vigésimo primeiro dia.
A oração indicada é o salmo 90/91, conhecido como Salmo dos Anjos, transcrito abaixo.
Salmo dos Anjos
Deus, protetor dos justos
2. Digam todos:"O Senhor é meu refúgio emeu escudo, meu Deus em quem confio".
3. Porque o Senhor há de livrá-lodo laço do caçador e das doençasperigosas.
4. Com suas penas o cobriráe o abrigará sob suas asas.Escudo, verdade e aliança são lealdade divina.
5. O filho que crê no Painão teme jamais, nem à noite nem à luz do Sol.
6. As doenças que se propagamou os flagelos que arrasam o dia.
7. Podem cair mil a seu lado, e à direita, mais dez mil,mesmo assim nada o atinge.
8. Inclinará os seus olhos em tudo,e verá que o caminho contrário não leva a nada.
9. Pois ele é de fato meu refúgio. Sinto-me confortadono Senhor Altíssimo.
10. Nada poderá me atingir.Em minha casa não haverá doençasnem desavenças.
11. Pois o Senhor deu ordens aos anjospara que guardasse seu filho poronde quer que ele caminhe.
12. Eles irão levá-lo,segurando suas mãos,para que não machuqueos pés nas pedras.
13. Andará por sobre oscontrários mais temíveis, comoo leão, o dragão...E Seu filho pisará a salvo.14. Porque quem está unido ao Senhorestará salvo e protegido.
15. "Se invocado,Eu ouvirei.Serei seu amigo nos momentosmais difíceis,Eu lhe darei a salvação e a glória.
16. Darei fartura, prolongando a vida.Mostrarei minha salvação."
domingo, 18 de maio de 2008
Anjos
Anjos
Infelizmente a história sobre os anjos é curta. Os gregos os chamavam de DAIMONES (gênio, anjo, ser sobrenatural). A palavra anjo vem do termo grego angelos que significa "Mensageiro". Os egípcios os explicaram amplamente e com detalhes, mas tudo foi perdido, queimado na época da ascensão do cristianismo primitivo do Ocidente. Hoje, o pouco que nos resta deriva dos estudos cabalísticos desenvolvidos pelos judeus, que foram os primeiro a acreditar nesta energia. O mundo cabalístico é dividido em quatro hierarquias energéticas: emanação, criação, formação e ação.
Emanação é o centro de todas as energias. Criação é o tempo e o espaço. Formação é o mundo das espécies, das coisas concretas que têm forma definida. Ação é a força pela qual cada individualidade criada, age e manifesta vida. A Formação é a categoria da qual o mundo angelical faz parte.
A palavra hebraica para anjo é Malakl, que significa "Mensageiro". As primeiras descrições sobre anjos apareceram no Antigo Testamento. A menção mais antiga de um anjo aparece em Ur, cidade do Oriente Médio, há mais de 4.000 a.C..
Em 787 d.C. definiu-se dogma somente em relação aos arcanjos: Miguel, Uriel, Gabriel e Rafael.
A auréola que circunda a cabeça dos anjos é de origem oriental. Nimbo (do latim nimbus), é o nome dado ao disco ou aura parcial que emana da cabeça das divindades. No Egito, a aura da cabeça foi atribuída ao deus solar Rá e mais tarde na Grécia ao deus Apolo. Na iconografia cristã, o nimbo ou diadema é um reflexo da glória celeste e sua origem ou lar, o céu. As asas e halos apareceram no século I. As asas representam a rapidez com que os anjos se locomovem. Os escritos essênios, fraternidade da qual Jesus fazia parte, estão repletos de referências angelicais. No Novo Testamento, anjos apareceram nos momentos marcantes da vida de Jesus: nascimento, pregações, martírio e ressurreição. Depois da ascensão, Jesus foi colocado junto ao Anjo Metatron.
Alguns estudos aceitam possibilidade dos três Reis Magos serem Anjos materializados. Melchior (Rei da Luz), Baltazar (Rei do Ouro, guardião do tesouro, do incenso e da paz profunda) e Gaspar (o etíope, que entregou a mirra contra a corrupção).
Maria ainda trazia Jesus no ventre, quando foi levada por José para o Egito. Jesus admirava a ciência deste país e isto talvez, aliado ao trabalho de carpinteiro, justifique o cristianismo primitivo, repleto de signos e parábolas.
A tradição católica dividiu os anjos em três grandes hierarquias, subdivididas cada uma em três companhias:
Querubins, que refletem a sabedoria divina, aliada ao temperamento jovial.
Tronos, que proclamam a grandeza divina através da música.
Dominações, que têm o governo geral do universo.
Potências, que protegem as leis do mundo físico e moral, além de preservar a procriação dos animais.
Virtudes, que promovem prodígios e os milagres da cura.
Principados, responsáveis pelos reinos, estados e países, preservando também a fauna e a flora, os cristais e as riquezas da terra.
Arcanjos, responsáveis pela transmissão de mensagens importantes e pela defesa dos países, pais ou da família.
Anjos, que cuidam da segurança dos indivíduos no corpo físico.
Cada uma das hierarquias angelicais é regida por um príncipe e tem correspondência com uma letra do alfabeto hebraico:
Aleph, corresponde aos Serafins e o Príncipe é Metatron.
Beth, corresponde aos Querubins e o Príncipe é Raziel.
Ghimel, corresponde aos Tronos e o Príncipe é Tsaphkiel.
Daleth, corresponde às Dominações e o Príncipe é Tsadkiel.
He, corresponde às potências e o Príncipe é Camael.
Vau, corresponde às Virtudes e o Príncipe é Raphael.
Zain, corresponde aos Principados e o Príncipe é Haniel.
Heth, corresponde aos Arcanjos e o Príncipe é Mikael.
Teth, corresponde aos Anjos e o Príncipe é Gabriel.
Porque as pessoas acreditam em anjos? Eles estão em todas as religiões, são seres iluminados e não levam em conta os registros de nossos atos negativos, portanto não perdoam, já que não cabe a eles julgar.
Os anjos nunca nos abandonam, não têm necessidade de se refazer através do sono e não sofrem os efeitos do tempo.

